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O fenômeno fantasma químico na impressão offset.

Editor GSTbr - 25/03/2011

 

O fenômeno fantasma químico na impressão offset.

O Fantasma Químico é um fenômeno ainda pouco entendido e extremamente imprevisível. Ocorre durante a fase crítica de secagem das tintas offset (que secam por oxido polimerização), formando gases que, se não forem devidamente arejados, se ancoram no outro lado do papel ou cartão. Por sua vez, o papel ou cartão, apresenta diferenças de brilho na impressão da frente, principalmente em áreas chapadas de trabalhos de alta qualidade com aplicação de verniz base água ou não.

Tecnicamente é sabido que o problema de fantasma químico é extremamente complexo, pois são muitos os fatores que podem influenciar o fenômeno. Um dos aspectos importantes, se não o mais grave, é a falta de previsibilidade ou de controle, uma vez a imagem só aparece horas depois que o trabalho foi impresso.

Vários fatores, sobretudo se combinados, favorecem a ocorrência do fenômeno. Entre eles podem-se ressaltar: a altura da pilha de papel na saída, o uso de aditivos à tinta (ex.: secante, diluente, pasta), quantidade de tinta (filme aplicado), força das tintas, tipo de tinta, seqüência de impressão, alimentação de água, dosagem da solução de fonte, dosagem de álcool, qualidade da solução e álcool, pH da solução e/ou papel, absorção do papel, lisura do papel, conteúdo de umidade do papel, temperatura ambiente e umidade relativa , temperatura da pilha de papel na saída e etc.

A título de exemplo, consideramos que o fenômeno apareceu num impresso em papel couché fosco com cromia, em algumas paginas, e duotones em outras, todos impressos em máquina 4 cores.
Obviamente o simples fato de avaliar um impresso, leva a algumas hipóteses sobre o ocorrido. Para tanto, a experiência e domínio de todas as variáveis de impressão são fundamentais para tentar definir ações preventivas desta situação técnica.

No caso apresentado observa-se que os gases provenientes da impressão dos duotones, e em alguns casos das cromias, se depositaram na outra face do papel que tinha alta carga de tinta, provocando, por sua vez, “manchas amareladas”. Este efeito não acontece necessariamente após a impressão, mas a mancha vai surgindo e acentuando sua cor com o passar do tempo durante a secagem do trabalho. Saliente-se que neste impresso havia várias folhas com o efeito Fantasma e, a gráfica utilizou tintas de dois fabricantes diferentes, mas em todas as folhas analisadas a situação aparecia.

Analisando os impressos, verifica-se que o problema pode se apresentar mais intensamente em alguns impressos, que outros e em algumas áreas c/ maior intensidade que em outras com menor intensidade.
Ainda não existe teste eficaz de laboratório ou prático que permite determinar a ocorrência ou não do efeito fantasma e quais as variáveis que devem ser controladas.

Se for de ajuda, a FOGRA disponibiliza o relatório 50.035 K que traz alguns testes de laboratório, avaliação e conclusões sobre o assunto.

Ações preventivas como: redução dos tempos de espera entre as etapas de impressão e acabamento; análise do layout do trabalho, limitação da somatória de cores, em áreas chapadas pretas, a 320%, uso de tintas formuladas apenas com óleos vegetais, pois possuem baixíssima ou praticamente nenhuma volatilidade dos compostos orgânicos, e, se necessário, a aplicação de verniz base d’água logo após o término da impressão podem ajudar a prevenir, se não solucionar este problema.


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